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Controle de Morcegos
De um modo geral a imagem dos morcegos
sempre esteve associada ao hábito de
sugar sangue, ao terror, ao medo e a
sujeira. O que quase sempre resulta no
extermínio de colônias inteiras destes
importantes animais.
O que poucos sabem é que
os morcegos desempenham um papel
fundamental na regeneração florestal,
através do processo de dispersão de
sementes e polinização de muitas flores.
Além de trabalharem intensamente no
controle de insetos. Por isso, é
necessário o manejo correto destes
animais, devendo ser realizado por
profissionais que entendam da
identificação das espécies, dos
diferentes comportamentos, hábitos
alimentares, reprodução e também das
doenças que podem ser transmitidas por
eles.
No Brasil, existem cerca
de 167 espécies de morcegos, tendo estes
os mais variados hábitos alimentares, se
alimentando de insetos, frutas, flores,
néctar, pólen, peixes, pequenos
vertebrados e sangue. Apesar da fama,
apenas três espécies têm o hábito de se
alimentar de sangue, o que representa
muito pouco em quantidade.
Estes animais se tornam
um problema quando resolvem se alojar
principalmente nos forros das
residências, fazendo barulho e deixando
suas excretas, onde proliferam fungos e
bactérias patogênicas. Além do forte
odor, estas fezes provocam irritações e
complicações respiratórias, e podem
transmitir até 29 doenças diferentes. A
Raiva, tão divulgada como doença
associada aos morcegos, é transmitida
principalmente através do contato direto
com a saliva de um animal contaminado,
por isso nunca devemos nos aproximar de
um animal caído no chão sem os devidos
cuidados, como a utilização de luvas de
couro e local apropriado para a coleta.
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Controle de Pombos
Os pombos urbanos (Columba livia)
foram trazidos ao Brasil pelos
portugueses, no século XVI, e se
adaptaram muito bem aos centros urbanos,
principalmente por encontrarem abrigos,
falta de predadores naturais e fontes de
alimentos fáceis. Quem nunca viu pessoas
alimentarem pombos nas praças, nas
portas de igrejas ou junto a carrinhos
de lanches?
Sua imagem está relacionada à paz e a
religião. Por isso, algumas pessoas
sempre alimentam essas aves. Assim, sua
população vem crescendo e trazendo
transtornos às cidades e à saúde pública.
Os pombos são considerados praga quando,
num determinado local, passam a provocar
incômodo, problemas de saúde ou danos
materiais como os que ocorrem na
agricultura e nos prédios históricos.
Um dos maiores problemas ocasionados por
pombos nos centros urbanos é a
infestação por ectoparasitas como
piolhos, pulgas e carrapatos e as
conseqüentes doenças disseminadas por
eles, como Histoplasmose, Criptococose,
Psitacose, Salmonelose e Dermatites.
Além de transmitirem doenças, estes
animais competem com a fauna local por
alimento, e devido à sua capacidade
adaptativa, esta competição se torna
desleal, fazendo com que a fauna nativa
seja afastada dos centros urbanos.
Quando os pombos tomam o forro de uma
residência como abrigo, montam seus
ninhos, feitos com gravetos e fezes,
colocam seus ovos e dispersam seus
ectoparasitas. Toda a forração da
residência fica contaminada com seus
agentes patogênicos e quando as fezes
começam a desidratar, se transformam em
pó, descendo pelos vão do forro e
entrando em contato com os moradores que
a aspiram.
O trabalho de Controle
de Morcegos e Pombos desenvolvido pela
RM Assessoria Ambiental visa a
conscientização dos clientes e a
resolução do problema sem interferir na
função ecológica e culminar no
extermínio destes animais, através de
técnicas desenvolvidas exclusivamente
pelo corpo técnico da empresa, baseadas
em estudos científicos, satisfazendo às
necessidades dos clientes e do Meio
Ambiente.
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